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	<title>Larissa Herbst &#187; Apple</title>
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	<description>Designer de interface e nerd nas horas vagas.</description>
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		<title>Com o novo iPad (3ª geração) em mãos</title>
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		<pubDate>Wed, 09 May 2012 18:31:50 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Larissa Herbst</dc:creator>
				<category><![CDATA[Apple]]></category>
		<category><![CDATA[iPad]]></category>
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		<description><![CDATA[A nova geração de iPads chega oficialmente no mercado brasileiro na próxima sexta-feira (dia 11) e vou deixar aqui um resumo das minhas impressões com o aparelho em mãos há mais ou menos um mês. Retina Display É um tanto óbvio que a resolução do Retina Display é a grande atração do novo iPad. E [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="aligncenter size-full wp-image-665" title="Novo iPad" src="http://larissaherbst.com/wp-content/uploads/2012/05/10-newiPad.png" alt="" width="638" height="404" /></p>
<p>A nova geração de iPads chega oficialmente no mercado brasileiro na próxima sexta-feira (dia 11) e vou deixar aqui um resumo das minhas impressões com o aparelho em mãos há mais ou menos um mês.</p>
<h3>Retina Display</h3>
<p>É um tanto óbvio que a resolução do Retina Display é a grande atração do novo iPad. E assim como foi na mudança do iPhone 3GS para o iPhone 4, já sabia que a melhoria seria muito bem-vinda para os olhos da designer que vos escreve. E mesmo já sabendo disso, essa nova resolução foi ainda mais surpreendente que minha expectativa!</p>
<p>Uma frase estranha: <strong>eu não vejo pixels</strong>!</p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-666" title="Retina Display no iPad" src="http://larissaherbst.com/wp-content/uploads/2012/05/10-Retina1.png" alt="" width="638" height="400" /></p>
<p>Pois é. Eles são tantos <em>(2048 x 1536)</em> que mesmo tocando o nariz na tela não ficam visíveis aos olhos de nós, mortais. Isso pode não fazer a menor diferença para o usuário comum, mas significa um passo muito grande na tecnologia.</p>
<p><img class="alignright size-full wp-image-668" title="App Trailers" src="http://larissaherbst.com/wp-content/uploads/2012/05/10-TrailersApp.jpg" alt="" width="181" height="183" /></p>
<p>No caso de vídeos em alta resolução (<em>HD</em>), navegando pelo <strong>YouTube</strong> ou no app <strong>Trailers</strong>, por exemplo, a imagem é realmente outra experiência. Profissionais que usam o iPad para mostrar portfolio de fotografias (ou no dia-a-dia para mostrar as fotos de uma viagem pra família) vão adorar a nova tela, pois as imagens dão um show.</p>
<p>Já com vídeos de baixa qualidade, o resultado é bem esquisito. Melhor coisa a fazer é deixar o iPad na vertical para ver o player em menor proporção.</p>
<p>Reclamação quanto ao YouTube: tanto no app como na versão via browser, ele não oferece controle quanto a resolução do vídeo. WHY?</p>
<h3>Desempenho</h3>
<p>Como toda mudança de geração, a nova tem uma melhora significativa de desempenho. As melhorias são sutis no uso diário, abrindo apps mais rápido, deixando as transições mais suaves, etc. Digo o seguinte: você nota esse avanço pra valer quando volta a usar uma geração anterior e vê que está tudo bem lento.</p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-671" title="Infinity Blade II" src="http://larissaherbst.com/wp-content/uploads/2012/05/10-InfinityBladeII.jpg" alt="" width="638" height="424" /></p>
<p>Vejo o critério de desempenho influenciando principalmente os <strong>jogos</strong>, que exigem mais do hardware da máquina, mas ainda assim o iPad 2 continua dando conta do recado em títulos como Infinity Blade II, Asphalt 6 e outros aplicativos grandões.</p>
<h3>Câmera</h3>
<p>As câmeras do iPad 2 eram mesmo apenas para dizer que existiam. A resolução de ambas (principal e frontal) nem contava como destaque do aparelho e servia mesmo para quebrar um galho num FaceTime cotidiano. Já a nova geração recebeu um belo upgrade: não chega a ser tão chamativa como a do iPhone 4S, mas equivale (em partes) à resolução do iPhone 4.</p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-667" title="Foto com o novo iPad" src="http://larissaherbst.com/wp-content/uploads/2012/05/10-iPad-foto.png" alt="" width="638" height="477" /></p>
<p>Esta é uma imagem tirada com o novo iPad, sem nenhuma alteração ou filtro. Bom, né?</p>
<h3>Bateria</h3>
<p>Aparentemente a duração da bateria manteve o mesmo nível! Considerando que a tela Retina exige muito mais do hardware, as melhorias de bateria conseguem, pelo menos, manter o tempo de uso da geração passada. O que notei de diferente foi quanto ao tempo de carregamento: demora bem mais para chegar no 100%.</p>
<h3>Aquecimento</h3>
<p>Não tem como negar: o novo iPad esquenta (muito) mais que as gerações anteriores. Já no primeiro uso levei um susto com o aquecimento do aparelho, e provavelmente seja consequência da união “Retina Display + processador parrudo” dos novos modelos.</p>
<p>Se isso me afeta? Não. Primeiro porque não é um aquecimento que vá queimar a mão de alguém… Espero que não, pelo menos, haha! Segundo porque só é notado com apps que usam mais do processador, como jogos pesados. Utilizando de <em>sarcasmo</em>: não é defeito, é feature pro inverno e ainda pode servir como uma ótima cama pra gatos. ;-)</p>
<h3>Vale a pena trocar?</h3>
<p>Insisto na mesma tecla: a questão de qual aparelho comprar ou se é a melhor hora de avançar uma geração depende muito do tipo de usuário. Se você usa o iPad para tarefas muitos simples e não tem reclamações do seu desempenho, talvez possa manter a sua segunda geração.</p>
<p>No caso de quem possui o primeiro iPad, pode ser mais interessante a troca por dar um &#8220;pulo&#8221; bem maior na diferença de desempenho das máquinas.</p>
<p>Já para os malucos por tecnologia, gamers, pessoal com profissão ligada a imagem ou mesmo a desenvolvimento mobile: manda bala!</p>
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		<title>O cliente sempre tem razão… ou não</title>
		<link>http://larissaherbst.com/2012/02/20/o-cliente-sempre-tem-razao-ou-nao/</link>
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		<pubDate>Mon, 20 Feb 2012 13:13:50 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Larissa Herbst</dc:creator>
				<category><![CDATA[Apple]]></category>
		<category><![CDATA[Marketing]]></category>
		<category><![CDATA[Tecnologia]]></category>
		<category><![CDATA[web]]></category>
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		<category><![CDATA[marketing]]></category>
		<category><![CDATA[opinião]]></category>
		<category><![CDATA[pesquisa]]></category>
		<category><![CDATA[Steve Jobs]]></category>
		<category><![CDATA[Twitter]]></category>

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		<description><![CDATA[Desde os tempos das tavernas e barbearias de bairro existe esse lema de que é preciso fazer de tudo para agradar seus clientes. Negócio sem consumidor não é negócio; Clientes insatisfeitos comunicam muito mais que os satisfeitos — tudo isso está no marketing 101 de qualquer curso do tipo. Lembro de uma aula de Pesquisa [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Desde os tempos das tavernas e barbearias de bairro existe esse lema de que é preciso fazer de tudo para agradar seus clientes. Negócio sem consumidor não é negócio; Clientes insatisfeitos comunicam muito mais que os satisfeitos — tudo isso está no marketing 101 de qualquer curso do tipo.</p>
<p><img class="alignright size-full wp-image-613" title="Gráfico" src="http://larissaherbst.com/wp-content/uploads/2012/02/07-estatisticas.jpg" alt="" width="300" height="394" />Lembro de uma aula de <strong>Pesquisa</strong> na faculdade onde o professor deu um exemplo muito interessante: a empresa perguntou a um grupo de pessoas qual aparelho de som eles achavam melhor: o amarelo ou o preto? A grande maioria votou pelo modelo amarelo por ser mais chamativo, diferente e ousado. No final da pesquisa, os participantes puderam levar o produto pra casa e… todos optaram pela cor preta. Essa foi a melhor história (seja verdadeira ou não) que ouvi para entender essa linha tênue entre o &#8220;ouvir o cliente&#8221; e o &#8220;entender o cliente&#8221;.</p>
<p>Num outro caso, quem lembra das mudanças que o <strong>Twitter</strong> fez em sua timeline há um bom tempo? Primeiro eles passaram a exibir somente os replies entre pessoas que você segue e as reclamações foram parar no trending topics rapidamente como <em>#fixreplies</em>. Confesso que eu reclamei também! “Queremos nossos replies de volta!” ou “Twitter, cadê os tweets dos meus amigos” bombavam na timeline de todos. Entretando, vocês imaginam o que seria do Twitter se não tivesse feito isso? Seria uma grande bagunça onde o usuário escolhe se fica perdido ou não responde a ninguém.</p>
<p><img class="alignright size-full wp-image-614" title="fixreplies" src="http://larissaherbst.com/wp-content/uploads/2012/02/07-twitter.jpg" alt="" width="638" height="187" /></p>
<p>Depois, veio o caso dos retweets. Prometendo uma solução nativa para os famosos RTs, o Twitter despertou mais uma vez a furia de praticamente todos os seus usuários que estavam acostumados com a repetição manual de mensagens. Assim como no parágrafo anterior, assumo a culpa e digo que eu também não gostei quando vi, pois queria comentar, queria algo semelhante ao que eu já conhecia.</p>
<p>Aquela conhecida frase do Mr. Jobs:</p>
<blockquote><p>A lot of times, people don&#8217;t know what they want until you show it to them.</p></blockquote>
<p>Em outras palavras, se o Twitter tivesse cedido às milhares e milhares de reclamações de seus usuários, hoje a nossa timeline estaria recheada de conteúdo irrelevante e duplicado. Na chegada do Google+, o pedido dos <em>early adopters</em> era exatamente o que antes era motivo de revolta: o mesmo conteúdo aparece muitas vezes na timeline e fica evidente a necessidade de agrupar os posts iguais.</p>
<p>O que eu quero dizer com isso é que nem sempre perguntar aos clientes/usuários o que eles querem é a melhor maneira de ter sucesso em seu projeto. Que fique claro que não sou contra pesquisas e também não sou contra ouvir os consumidores… Muito pelo contrário. Mas é importante ter uma boa noção que só isso não basta para chegar na tão sonhada <strong>inovação</strong>.</p>
<p>Lembram do lançamento do iPad? Eu deveria ter guardado screenshots de declarações do tipo &#8220;o primeiro fracasso da Apple em anos&#8221;, &#8220;quem vai querer um iPhone gigante&#8221;, &#8220;não vejo um público pra esse tipo de produto&#8221; ou até &#8220;as tablets já não deram certo, porque insistir nelas?&#8221;. Se a Apple tivesse perguntado a seus consumidores o que eles queriam num próximo produto, jamais teriam chegado no iPad, nem no iPhone, nem no iPod, nem no primeiro iMac. Se tivessem perguntado às pessoas que ferramenta elas gostariam de usar na internet, jamais teriam chegado no que hoje é o Twitter. Entendem o que quero dizer?</p>
<p>Olha só uma amostra do que foi dito quando lançaram o primeiro iPod.</p>
<p><a href="http://techchunks.com/technology/what-people-said-about-the-ipod-9-years-ago-when-it-launched/"><img class="aligncenter size-full wp-image-618" title="Sobre o iPod, no lançamento" src="http://larissaherbst.com/wp-content/uploads/2012/02/07-iPod.jpg" alt="" width="638" height="456" /></a></p>
<p>Recentemente, o que causou a revolta alheia foi a mudança da timeline do Facebook. É confuso de entender, mudou demais, bla bla bla. Usuários têm todo o direito de reclamar e <strong>sempre</strong> irão reclamar. No entanto, para mim essa nova timeline foi um exemplo excelente de que a web está finalmente aproveitando seus recursos, saindo daquela ideia fixa de folha de papel onde tudo é limitado por páginas, e vendo como o conteúdo pode ser interativo e &#8220;vivo&#8221; dentro de um site.</p>
<p>Resumindo, dizer que algo não é bom porque &#8220;está todo mundo reclamando&#8221; pode não significar absolutamente nada. Ou sim. Fica a ideia de pensar a respeito e refletir esses julgamentos não só como empreendedor, mas como usuário/consumidor.</p>
<p>Há empresas e empresas, e é claro que esse conceito de &#8220;inovação&#8221; não se aplica a todos os ramos. É preciso ter ousadia, muito investimento e, é claro, uma ideia sensacional que, entre milhões, acaba vendo a luz do dia. Esse assunto entrou na minha cabeça há uns cinco anos, durante uma aula na faculdade e até hoje me vejo tentando colocar esse conceito em palavras para meus amigos e colegas, então espero que tenha conseguido expor minha opinião.</p>
<p>Ouvir o consumidor é importantíssimo, mas saber o que fazer com essa informação é muito mais! ;-)</p>
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		<title>Essa é para os loucos</title>
		<link>http://larissaherbst.com/2011/10/06/essa-e-para-os-loucos/</link>
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		<pubDate>Thu, 06 Oct 2011 17:40:14 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Larissa Herbst</dc:creator>
				<category><![CDATA[Apple]]></category>
		<category><![CDATA[Steve Jobs]]></category>
		<category><![CDATA[tecnologia]]></category>

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		<description><![CDATA[Quando perguntam pra alguém quem é seu ídolo, muitos podem responder que é algum músico, um cineasta, um autor, um artista, um jogador de futebol, um cientista do passado, ou até um líder religioso do presente. No meu caso não é nenhuma dessas opções. Meu ídolo é Steve Jobs. Here&#8217;s to the Crazy Ones. The [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="aligncenter size-full wp-image-598" title="Obrigada, Steve Jobs" src="http://larissaherbst.com/wp-content/uploads/2011/10/06-steveJobs.jpg" alt="" width="638" height="300" /></p>
<p>Quando perguntam pra alguém quem é seu ídolo, muitos podem responder que é algum músico, um cineasta, um autor, um artista, um jogador de futebol, um cientista do passado, ou até um líder religioso do presente. No meu caso não é nenhuma dessas opções. Meu ídolo é Steve Jobs.</p>
<blockquote><p><em>Here&#8217;s to the Crazy Ones. The misfits. The rebels. The trouble-makers. The round pegs in the square holes. The ones who see things differently. They&#8217;re not fond of rules, and they have no respect for the status-quo. You can quote them, disagree with them, glorify, or vilify them. About the only thing you can&#8217;t do is ignore them. Because they change things. They push the human race forward. And while some may see them as the crazy ones, we see genius. Because the people who are crazy enough to think they can change the world are the ones who do.</em></p></blockquote>
<p>Lembro muito bem do meu primeiro produto da Apple: um iPod Photo que meu primo trouxe de uma viagem. Foi inclusive a primeira vez que tive um iPod em mãos, já que na época eram raros e absurdamente caros no Brasil. De tão empolgada pra ver meu iPod, não esperei meu primo nem desfazer as malas pra pegar a caixa e, pra minha surpresa, passei uns 15 minutos só olhando pra embalagem e todos os seus “simples” detalhes.</p>
<blockquote><p><em>Design is not just what it looks like and feels like. Design is how it works.</em></p></blockquote>
<p>Das vezes que ficava parada olhando para iMacs coloridos em vitrines de lojas, passando por esse episódio do meu primeiro iPod, primeiro Mac, primeira vez que segurei um iPhone (da primeira geração) até agora que escrevo de frente para um MacBook Air. Não tem como contar todas as experiências que tive com produtos da Apple, assim como não tem como separar a empresa da cabeça por trás dela… Steve Jobs.</p>
<blockquote><p><em>Computers are like a bicycle for our minds.</em></p></blockquote>
<p>Esse é o cara por trás da “loucura” da nossa era. Sua influência no mercado de computadores é apenas uma das interferências de Jobs no mundo que vivemos hoje. Sem ele o design não seria o que conhecemos hoje, nem a indústria musical, nem a forma como consumimos conteúdo, como distribuimos tarefas entre máquinas grandes e pequenas, como vemos jogos, como assistimos a animações, a publicidade e até a arquitetura. Seja você um Mac, um PC, um Linux, um Android ou simplesmente alguém que tenta ficar longe de computadores: você também vive num mundo cheio de “toques” desse gênio.</p>
<blockquote><p><em>Being the richest man in the cemetery doesn’t matter to me. Going to bed at night saying we’ve done something wonderful… that’s what matters to me.</em></p></blockquote>
<p>E digo gênio porque, assim como nas frases de “Think Different” citadas acima, somente gênios (e loucos) conseguem ver o que as pessoas ainda nem sabem que querem. O processo de inovação vem de um lugar cheio de palpites, imaginação e ousadia que desafia os muitos que apostam no fracasso.</p>
<blockquote><p><em>Sometimes life&#8217;s going to hit you in the head with a brick. Don&#8217;t lose faith. I&#8217;m convinced that the only thing that kept me going was that I loved what I did.</em></p></blockquote>
<p>Eu poderia escrever esse post em outros blogs de mais exposição, onde mais pessoas vão ler e comentar. Entretanto, esse é o texto mais pessoal que já escrevi, e merece ficar no meu canto mais “pessoal” da rede. Acho besteira quando vejo hashtags de luto e homenagens em redes sociais para quem se foi… O luto é um estado pesado demais para expressar em tão poucos caracteres e sempre fui da opinião que as homenagens são muito mais verdadeiras e valiosas quando feitas durante a vida do então homenageado. Ainda assim, não posso deixar de registrar essas palavras aqui. Foi com muita tristeza que, ontem, recebi a notícia que meu grande ídolo não está mais conosco, e poderia passar dias aqui escrevendo sobre suas ações e criações. Não me ofende ser chamada de MacFag, MacHead, ou seja lá qual o rótulo que alguns podem ter em mente… I’m a Mac. E só tenho a agradecer toda a influência que esse líder marcou em cada um de nós para um mundo “different”. Pensar que a tecnolgia não é feita apenas de máquinas, mas também de pessoas. Pensar que um computador vai além de apontar um cursor. Pensar que tudo que é bom pode e deve ser melhorado. Ver pessoas que sempre amaram computador ficarem admiradas ao ver um iPad. Ver pessoas que nunca gostaram de computadores ficarem tão (ou até mais) admiridas quanto. Aprendemos que máquinas também podem ter estilo, mas o estilo maior está nas mãos de quem está em torno delas, seja construindo, seja usufruindo.</p>
<blockquote><p><em>If the hardware is the brain of our products, the software is their soul.</em></p></blockquote>
<p>Alguns podem dizer que ele conseguiu o que queria: mais pessoas pensando diferente. Um dia depois de a Apple apresentar números incríveis de como suas plataformas têm crescido, Steve Jobs se foi com o dever mais que cumprido. É um legado que influencia nosso dia-a-dia de maneiras tão diferentes, que continuará quase que como um mito, passando de geração para geração, pois gênios como esse não aparecem aos montes.</p>
<blockquote><p><em>I want to put a dent in the universe.</em></p></blockquote>
<p>Fazer a diferença não é pra qualquer um. Ele conseguiu, e de forma brilhante.</p>
<p><strong>Obrigada por tudo, Steve Jobs.</strong></p>
<p></p>
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