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	<title>Larissa Herbst, designer de interface e nerd nas horas vagas &#187; Séries</title>
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		<title>Fazendo arte na televisão: Six Feet Under e Modern Family</title>
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		<pubDate>Thu, 12 Aug 2010 17:52:41 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Larissa Herbst</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Particularmente, prefiro séries a filmes. Talvez porque as séries dispõem de mais tempo para desenvolver a trama e aprofundar os personagens, mas, além disso, há outro aspecto que tenho notado. É claro que não posso generalizar, pois continuo assistindo tanto a filmes excelentes como a séries péssimas, mas, no geral, percebo que o cinema tem [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="aligncenter size-full wp-image-204" style="border: 1px solid #000;" title="Six Feet Under" src="http://larissaherbst.com/wp-content/uploads/2010/08/008-SixFeetUnder1.jpg" alt="" width="638" height="359" /></p>
<p>Particularmente, prefiro séries a filmes. Talvez porque as séries dispõem de mais tempo para desenvolver a trama e aprofundar os personagens, mas, além disso, há outro aspecto que tenho notado.</p>
<p>É claro que não posso generalizar, pois continuo assistindo tanto a filmes excelentes como a séries péssimas, mas, no geral, percebo que o cinema tem ficado cada vez mais óbvio — provavelmente pela intenção de atingir um público maior —, enquanto as séries ficam mais complexas. Alguém mais nota isso?</p>
<p>Um bom exemplo é o filme “O Padastro” (<em>The Stepfather</em>), que assisti recentemente nas duas versões: a de 1987 (com Terry O’Quinn!) e a de 2009. Vendo a primeira sequência de ambos, fica bem evidente como o original é mais sutil e tenso, cheio de ideias subentendidas, enquanto a refilmagem é explícita e agressiva.</p>
<p><span id="more-201"></span></p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-214" title="The Stepfather" src="http://larissaherbst.com/wp-content/uploads/2010/08/008-stepfather.jpg" alt="" width="638" height="483" /></p>
<p>Pode parecer piada, mas essa comparação de imagens é real.</p>
<p>Por que antes os filmes não precisavam ser tão explícitos e explicadinhos? O público ficou mais burro? Os diretores ficaram preguiçosos? Sempre achei que o maior acesso a informação e ao cinema fossem aprimorar as obras.</p>
<p>A partir desse pensamento, vou falar de dois exemplos que valem pelo lado da “complexidade” que tem crescido nas séries de televisão. Afinal, a TV sempre é vista como o meio <em>for dummies</em> de transmissão, certo? Nem sempre.</p>
<h3>Six Feet Under</h3>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-205" title="Six Feet Under" src="http://larissaherbst.com/wp-content/uploads/2010/08/008-SixFeetUnder2.jpg" alt="" width="638" height="355" /></p>
<p>“A história de uma família que vive em uma casa funerária” não me despertou interesse algum para acompanhar a série, mas depois de muitas indicações resolvi dar uma chance e posso dizer com segurança:</p>
<blockquote><p>O primeiro episódio de Six Feet Under é melhor que qualquer filme de drama que eu já tenha assistido.</p></blockquote>
<p>E foi só o primeiro. Nunca imaginei que um assunto tão fúnebre pudesse render uma história tão completa sobre emoções, psicologia, espiritualidade, arte. E tudo isso mantendo o ritmo por cinco anos, sem deixar os episódios repetitivos. Cinco temporadas de choro, angústia, verdadeiros tapas na cara de quem assiste e, misturado a isso tudo, momentos de risos de um roteiro genial.</p>
<p>É uma série que deixa à flor da pele as emoções, não só dos personagens, como dos espectadores. Pra completar, arrisco a dizer que é o melhor <em>series finalle</em> que me lembro. Preciso falar mais?</p>
<h3>Modern Family</h3>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-203" style="border: 1px solid #000;" title="Modern Family" src="http://larissaherbst.com/wp-content/uploads/2010/08/008-ModernFamily.jpg" alt="" width="638" height="426" /></p>
<p>Se Six Feet Under foi a série que mas me fez chorar, Modern Family é a que mas me faz rir na contagem de gargalhadas por minuto. Curioso como ambas tratam do assunto “família” de maneiras tão opostas, porém nada superficiais.</p>
<p>E se comédia é o que não falta na televisão, essa é uma que se destaca de todas! Não me lembro de ter visto um elenco tão incrível como este da família moderna: do sotaque colombiano de Gloria, às expressões sem igual de Phil e até os atores mirins dão um show. Não é à toa que está com o maior número de indicações ao Emmy deste ano.</p>
<p>Geralmente as comédias têm uma ou duas grandes cenas por episódio, e outro diferencial de Modern Family é que cada sequência é importante para encaixar o roteiro do começo ao fim. Apenas uma temporada, mas entre 24 episódios excelentes, não conseguiria dizer quais foram os melhores ou piores, de tanto que essa série me surpreendeu.</p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-211" style="border: 1px solid #000;" title="iPad no Modern Family e Activia no The Big Bang Theory" src="http://larissaherbst.com/wp-content/uploads/2010/08/008-BigBang.jpg" alt="" width="638" height="230" /></p>
<p>Vale destacar o 19º, com o título de “Game Changer”. Um episódio <em>inteiro</em> dedicado ao lançamento do iPad, mas que em nenhum momento fica fora de contexto ou deixa o espectador incomodado. Enquanto no cinema você vê o Will Smith esfregando seu tênis All Star e o logo da Audi na lente da câmera, outra lição de <em>product placement</em> <a title="Contraditorium - Como vai o Intestino, Sheldon?" href="http://www.contraditorium.com/2010/05/12/como-vai-o-intestino-sheldon/" target="_blank">aconteceu</a> em The Big Bang Theory com o Activia, onde sequer mostraram o logo do produto! Foi de bater palmas pela sutileza e eficiência.</p>
<p>Ok, comparar com “Eu, Robô” foi sacanagem, mas vocês entenderam o propósito, né? <img src='http://larissaherbst.com/wp-includes/images/smilies/icon_razz.png' alt=':P' class='wp-smiley' /> </p>
<p style="text-align: center;">• • •</p>
<p>Duas super recomendações para quem ainda não assistiu e se vocês têm alguma outra “obra-prima” para citar, vamos usar esses comentários!</p>
<p>É claro que tem mais. Nem preciso falar o quanto considero Lost uma série única, acompanhada de uma lista enorme de nomes que dariam mais dez ou vinte posts. Fico pensando se Seinfeld, por exemplo, teria tanto sucesso no cinema ou seria um fracasso. Ou mesmo na adaptação de Sex &amp; The City para os dois filmes que, pelo menos para mim, desviou por completo da série.</p>
<p>Continuo curtindo filmes da mesma forma, e não tiro o mérito do cinema, mas sinto falta do &#8220;ir além&#8221; nos títulos recentes, que fica cada vez mais raro de se ver. A arte audiovisual não se limita à sétima.</p>
]]></content:encoded>
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		<title>O que tem na caixa de JJ Abrams?</title>
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		<pubDate>Fri, 19 Mar 2010 17:02:16 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Larissa Herbst</dc:creator>
				<category><![CDATA[Séries]]></category>
		<category><![CDATA[Televisão]]></category>
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		<category><![CDATA[StarTrek]]></category>
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		<description><![CDATA[Quem me conhece (ou me acompanha pelo Twitter) sabe que Lost e Fringe estão entre minhas séries favoritas há um bom tempo. Recentemente, comecei a assistir Alias — é, a série é de 2001, mas só comecei agora — e essas três têm algo em comum: a “magic box” de JJ Abrams. Já cheguei a [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="aligncenter size-full wp-image-95" style="border: 1px solid #000;" title="JJ Abrams" src="http://larissaherbst.com/wp-content/uploads/2010/03/004-1-JJAbrams.jpg" alt="" width="638" height="330" /></p>
<p>Quem me conhece (ou me acompanha pelo Twitter) sabe que Lost e Fringe estão entre minhas séries favoritas há um bom tempo. Recentemente, comecei a assistir Alias — é, a série é de 2001, mas só comecei agora — e essas três têm algo em comum: a “<a title="J.J. Abrams' mystery box (TED)" href="http://www.ted.com/talks/j_j_abrams_mystery_box.html" target="_blank">magic box</a>” de <a title="IMDb" href="http://www.imdb.com/name/nm0009190/" target="_blank">JJ Abrams</a>.</p>
<p>Já cheguei a dizer que Fringe é essencial para entender Lost, já que os assuntos ‘coisas sem explicação’, ‘viagem no tempo’, ‘realidade paralela’ e aquele nó na cabeça depois de cada episódio são a alma de ambas. Não só delas, como também do filme StarTrek — obra recente de JJ como produtor. Alguns podem ver isso como uma “assinatura”, outros como uma zona segura que ele encontrou, mas, de qualquer forma, as marcas vão um pouco além desses assuntos.</p>
<p><span id="more-93"></span></p>
<h3>Don’t tell me what I can’t do</h3>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-96" style="border: 1px solid #000;" title="Terry O'Quinn" src="http://larissaherbst.com/wp-content/uploads/2010/03/004-2-Locke.jpg" alt="" width="638" height="178" /></p>
<p>A ideia desse post começou com uma cena. Todos que assistem Lost estão familiarizados com a frase “Don’t tell me what I can’t do” e, assistindo Alias, vejo o próprio Terry O’Quinn falando: “That’s exactly what I can do.” Até aí tudo bem, pois é uma frase comum&#8230; Mas tem mais!</p>
<h3>Greatest Hits vs. Almost Thirty Years</h3>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-97" style="border: 1px solid #000;" title="Greatest Hits (Lost) e Almost Thirty Years (Alias)" src="http://larissaherbst.com/wp-content/uploads/2010/03/004-3-Pennys.jpg" alt="" width="638" height="178" /></p>
<p>No episódio “Greatest Hits”, a cena <span class="red">[*spoiler Lost S03E21]</span> em que Charlie avisa Desmond sobre o cargueiro é bem semelhante (e igualmente tensa) à de Sidney <span class="red">[*spoiler Alias S01E22]</span> olhando Michael ser levado pela água. Para completar, Desmond e Sidney tentam salvar seus amigos batendo com um extintor de incêndio contra o vidro, enquanto os aprisionados fazem sinais com as mãos. Só faltou o Michael escrever algo na mão. <span class="red">[/spoiler]</span> <span class="red">[/spoiler]</span></p>
<h3>Memórias da infância</h3>
<p><span class="red">[*spoiler Fringe S01 e Alias S02]</span> Olivia Dunham descobriu que, quando criança, fazia parte de um experimento com a colaboração de Walter Bishop, seu atual colega de trabalho. Da mesma forma, Sydney Bristow recuperou a memória de infância lembrando que, quando criança, fazia parte de um experimento com a colaboração de seu próprio pai e&#8230; atual colega de trabalho. As histórias levam a entender que ambas são agentes (do FBI e CIA, respectivamente) como consequência desse treinamento precoce. <span class="red">[/spoiler]</span></p>
<p>Indo mais longe, <span class="red">[*spoiler Lost S05 e S06]</span> na quinta temporada de Lost ficamos sabendo que Jacob acompanhou os passos de seus candidatos, visitando Sawyer e Kate ainda quando crianças. As diferenças da realidade paralela — possivelmente sem a mesma presença de Jacob — também levam a crer que essas aparições influenciaram nas escolhas dos personagens para chegarem onde chegaram. <span class="red">[/spoiler]</span></p>
<h3>Bikini girls with machine guns</h3>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-98" style="border: 1px solid #000;" title="Olivia, Kate e Sidney" src="http://larissaherbst.com/wp-content/uploads/2010/03/004-4-Girls.jpg" alt="" width="638" height="178" /></p>
<p>Olivia está para Fringe, Sydney está para Alias e, mesmo que Lost não tenha apenas um personagem principal, Kate pode cumprir o papel: mulheres lindas, independentes, de forte presença, iniciativa e (muito) confusas. Praticamente super-heroínas que seguem o lema do “pé na porta, tapa na cara.”</p>
<p>Vale lembrar que, logo nos primeiros momentos de Alias <span class="red">[*spoiler Alias S01 e Fringe S01]</span>, o noivo de Sydney é assassinado. O que acontece com o “namorado” da Olivia no primeiro episódio? Morreu. <span class="red">[/spoiler]</span></p>
<p>Felicity — mais uma de JJ — tem sua protagonista feminina de importância, mas não chega a estar na gategoria “machine guns”. É uma série que (ainda?) não assisti, então confirmem pra mim&#8230; Alguém viu a Felicity correndo por aí armada atrás de alguém? <img src='http://larissaherbst.com/wp-includes/images/smilies/icon_razz.png' alt=':P' class='wp-smiley' /> </p>
<h3>Conheço esse cara de algum lugar</h3>
<p>“Esse cara não é o Parkman?” É a reação mais comum de quem está assistindo à primeira temporada de Lost <span class="red">[*spoiler Lost S01]</span>, quando mostram o piloto do avião. <span class="red">[/spoiler]</span> O nome do sujeito é Greg Grunberg, ele é mais conhecido como Parkman (de Heroes), e é amigo de infância de Abrams. Mais que isso, deve ter salvado a pele do produtor mais de uma vez, porque está por todos os cantos. Na Wikipedia, fizeram uma <a title="Wikipedia" href="http://en.wikipedia.org/wiki/J._J._Abrams#Frequent_casting" target="_blank">tabela</a> para contar as aparições dos atores figurinhas de suas obras e, na ordem, Greg apareceu em Felicity, Alias, Lost, What About Brian, Missão Impossível III e StarTrek.</p>
<p>Jennifer Garner foi de Felicity para Alias. Terry O’Quinn foi de Alias para Lost (e espero que continue como figurinha). Lance Reddick foi de Lost para Fringe. Leonard Nimoy foi de Fringe para StarTrek, de novo.</p>
<p>Além dos atores, alguns nomes também são repetidos, como Charlie, Michael, John, Walter (Walt!), Ben, Boone, Sayid, Aaron e até Jacob.</p>
<h3>Os cientistas&#8230; excêntricos</h3>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-99" style="border: 1px solid #000;" title="Marshall, Marvin Candle e Walter Bishop" src="http://larissaherbst.com/wp-content/uploads/2010/03/004-5-Bishop.jpg" alt="" width="638" height="178" /></p>
<p>Marshall Flinkman, de Alias, é um daqueles personagens que rouba a atenção em todas as cenas. Quando ele precisa apresentar um novo gadget para os agentes da SD-6, é garantia de boas risadas com seu jeito geek agressivo.</p>
<p>Lost também conta com um cientista de destaque, pois mesmo com poucas aparições, Dr. Marvin Candle é um dos personagens mais famosos dos mistérios da ilha com seus vídeos de orientação Dharma.</p>
<p>Ainda assim, nenhum dos dois supera Dr. Walter Bishop. Adoro a Olivia e todos os mistérios de Fringe, mas reconheço que o Walter segura a série de uma forma incrível! Quem não ri toda vez que aparece aquela vaca em seu laboratório, ou quando ele pensa em comida durante os momentos nojentos, ou faz os comentários mais inapropriados? Mesmo que o tema de Fringe não faça muito seu estilo, vale a pena assistir só pra ver John Noble em um dos papéis mais geniais da TV americana.</p>
<blockquote><p>“The only thing better than a cow is a human. Unless you need milk… Then you really need a cow.” — <a title="As 10 melhores frases de Walter Bishop (Série Maníacos)" href="http://www.seriemaniacos.com.br/blog/as-10-melhores-frases-de-walter-bishop/" target="_blank">Walter Bishop</a></p></blockquote>
<h3>Referências bíblicas</h3>
<p>Poucos notam esses detalhes, mas eles vão dos nomes dos personagens aos títulos dos episódios. Em Lost, Christian Shepard é um nome comum, mas também quer dizer “pastor cristão”, enquanto Dr. Bishop é “Doutor Bispo”.</p>
<p>Desde o lado religioso dos personagens Charlie e Mr. Eko <span class="red">[*spoiler Lost S02]</span>, envolvendo a construção de uma capela e o batismo de Aaron; Ou à Bíblia encontrada na estação The Arrow, que continha uma parte do vídeo de orientação Dharma.<span class="red">[/spoiler]</span></p>
<p>No episódio “316” <span class="red">[*spoiler Lost S05E06]</span>, Ben fala sobre uma obra de Caravaggio — <a title="Wikipedia" href="http://en.wikipedia.org/wiki/Thomas_(Apostle)" target="_blank">The Incredulity of Saint Thomas</a> — e conta a história de São Tomé, o Incrédulo. O curioso é que o número 316 não diz respeito apenas ao avião da Ajira, como à passagem bíblica “3:16 John”. <span class="red">[/spoiler]</span> Fora toda a referência à história de Esaú e Jacó.</p>
<h3>Para concluir</h3>
<p>Ainda poderia falar sobre outras repetições, como os problemas entre pais e filhos — levado até para o StarTrek —, entre mães e filhas, e até a fixação por acidentes de avião.</p>
<p>Cenas como a de ‘Greatest Hits’ podem ser vistas como cópias, modelos prontos ou simples homenagens a outras histórias. Pessoalmente, adoro as produções do JJ Abrams, principalmente pelos mistérios e easter eggs que tornam as séries muito mais atrativas. Aliás, já teve até passagem da Oceanic Air aparecendo em Fringe&#8230; Queria ver mais ligações entre elas!</p>
<p style="text-align: center;">• • •</p>
<p>Como sempre, peço que vocês comentem e acrescentem ao post. Gostam do JJ? Notaram mais alguma semelhança ou referência do tipo? Quero saber! <img src='http://larissaherbst.com/wp-includes/images/smilies/icon_smile.png' alt=':)' class='wp-smiley' /> </p>
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		<title>Aberturas de séries que fazem diferença</title>
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		<pubDate>Mon, 22 Feb 2010 14:05:41 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Larissa Herbst</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Está na hora de falar sobre séries por aqui, mas este post não é um review de episódio, nem uma lista das minhas favoritas. Mesmo que duas delas estejam garantidas no meu &#8220;Top 10&#8243;, o assunto é outro! Raramente as aberturas (intros, openings ou credits) fazem parte dos comentários e discussões sobre seriados, mas elas podem [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="aligncenter size-full wp-image-73" style="border: 1px black solid;" title="Dexter" src="http://larissaherbst.com/wp-content/uploads/2010/02/003-Dexter.png" alt="" width="638" height="352" /></p>
<p>Está na hora de falar sobre séries por aqui, mas este post não é um review de episódio, nem uma lista das minhas favoritas. Mesmo que duas delas estejam garantidas no meu &#8220;Top 10&#8243;, o assunto é outro!</p>
<p>Raramente as aberturas (<em>intros</em>, <em>openings</em> ou <em>credits</em>) fazem parte dos comentários e discussões sobre seriados, mas elas podem contribuir muito e complementar — de maneira positiva ou negativa — a proposta do roteiro. Vou citar três apresentações que vão além dos créditos.</p>
<p><span id="more-72"></span></p>
<h3>Dexter</h3>
<p><object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="640" height="385" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/mQGCen355Ns&amp;hl=en_US&amp;fs=1&amp;rel=0&amp;hd=1" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="640" height="385" src="http://www.youtube.com/v/mQGCen355Ns&amp;hl=en_US&amp;fs=1&amp;rel=0&amp;hd=1" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"></embed></object></p>
<p>A intro de Dexter é, com certeza, minha favorita! Além da excelente fotografia, ela consegue traduzir todo o conceito da série nessas imagens, já com o fator suspense. Cada sequência foi muito bem colocada para mostrar a vida dupla do personagem, as ações violentas camufladas nas ações do cotidiano e, como não poderia faltar: o sangue. Ela fica ainda mais genial quando é alterada (de forma bem humorada) para a quarta temporada. Não vou contar spoilers, mas quem quiser conferir pode <a title="Dexter Alternate Intro" href="http://www.youtube.com/watch?v=wiyGWHFCrbI" target="_blank">assistir aqui</a>.</p>
<h3>Battlestar Galactica</h3>
<p><object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="640" height="505" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/E-jC2x09AcM&amp;hl=en_US&amp;fs=1&amp;rel=0" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="640" height="505" src="http://www.youtube.com/v/E-jC2x09AcM&amp;hl=en_US&amp;fs=1&amp;rel=0" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"></embed></object><br />
Para os que nunca assistiram, a introdução de Battlestar é dividida em duas partes. A primeira — do vídeo acima — vem antes do episódio, resumindo muito bem o assunto da série com pequenas alterações no decorrer das temporadas.</p>
<blockquote><p>The cylons were created by man. They evolved. They rebelled. There are many copies. And they have a plan.</p></blockquote>
<p>Confesso que quando comecei a assistir BSG não aprovei a segunda parte, que vem alguns minutos depois. Diferente das outras aberturas citadas, precisei assistir a alguns episódios e me envolver com a história para gostar. Esse segunda introdução traz não só o apelo humano — com a contagem de sobreviventes e o objetivo de encontrar um &#8220;lar&#8221; —, como a ação acelerada pelo contraste da música.</p>
<p><object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="640" height="505" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/l4UPJv08c1k&amp;hl=en_US&amp;fs=1&amp;rel=0" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="640" height="505" src="http://www.youtube.com/v/l4UPJv08c1k&amp;hl=en_US&amp;fs=1&amp;rel=0" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"></embed></object></p>
<p>Também são mostrados alguns trechos muito rápidos do episódio. Spoilers? No início eu via assim, mas as cenas são bem colocadas para aquecer os espectadores sem estragar. Talvez por ser uma abordagem bem diferente do que estamos acostumados, não me agradou de cara, mas conseguiu me conquistar e entrar na lista.</p>
<h3>True Blood</h3>
<p><object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="640" height="385" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/EjooosDIFgQ&amp;hl=en_US&amp;fs=1&amp;rel=0&amp;hd=1" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="640" height="385" src="http://www.youtube.com/v/EjooosDIFgQ&amp;hl=en_US&amp;fs=1&amp;rel=0&amp;hd=1" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"></embed></object></p>
<p>Assisto True Blood, mas não está entre as minhas preferidas. Quando comecei a assistir, os primeiros episódios me passaram uma mistura de Buffy com Malhação que me faria desistir facilmente da série. Não que Buffy seja ruim, porque é melhor que muito vampiro que brilha ou escreve diários por aí, hehe! Ainda assim, o que me fez continuar assistindo? O fato de que aquela abertura era boa demais para ser resumida naqueles primeiros episódios. E quando eu digo &#8220;boa&#8221;, pode incluir o conceito, as imagens, a edição, a composição, o ritmo e, principalmente, a música. Valeu a pena continuar? Sim, pois a série melhorou bastante. Mas, mesmo se não tivesse melhorado, esse vídeo aí em cima justifica dizer que sou fã de True Blood!</p>
<p style="text-align: center;">• • •</p>
<p>É claro que eu poderia citar outras, como as muitas variações de The Simpsons, mas, na minha opinião, essas foram as três que realmente mostraram diferença.</p>
<p>Lembram de mais alguma? Podem comentar! <img src='http://larissaherbst.com/wp-includes/images/smilies/icon_smile.png' alt=':)' class='wp-smiley' /> </p>
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