<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?>
<rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	>

<channel>
	<title>Larissa Herbst &#187; televisão</title>
	<atom:link href="http://larissaherbst.com/category/televisao/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>http://larissaherbst.com</link>
	<description>Designer de interface e nerd nas horas vagas.</description>
	<lastBuildDate>Thu, 06 Oct 2011 17:41:32 +0000</lastBuildDate>
	<language>en</language>
	<sy:updatePeriod>hourly</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>1</sy:updateFrequency>
	<generator>http://wordpress.org/?v=3.2.1</generator>
		<item>
		<title>Meu sobrinho também faz bolo</title>
		<link>http://larissaherbst.com/2011/06/07/meu-sobrinho-tambem-faz-bolo/</link>
		<comments>http://larissaherbst.com/2011/06/07/meu-sobrinho-tambem-faz-bolo/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 07 Jun 2011 14:35:13 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Larissa Herbst</dc:creator>
				<category><![CDATA[design]]></category>
		<category><![CDATA[televisão]]></category>
		<category><![CDATA[usabilidade]]></category>
		<category><![CDATA[web]]></category>
		<category><![CDATA[interface]]></category>
		<category><![CDATA[Lost]]></category>
		<category><![CDATA[tv]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://larissaherbst.com/?p=430</guid>
		<description><![CDATA[Já vi muitas comparações e metáforas para explicar e discutir o termo “design”. Num momento onde até tirar sobrancelhas ganha esse nome, pensei em chutar o balde, viajar no fondant e falar sobre bolos! Mas atenção: enquanto minhas habilidades gastronômicas existem unicamente na área de degustação, este post não é sobre bolos. Para que serve [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="aligncenter size-full wp-image-432" title="LOST" src="http://larissaherbst.com/wp-content/uploads/2011/06/03-LostCake.jpg" alt="" width="638" height="371" /></p>
<p>Já vi muitas comparações e metáforas para explicar e discutir o termo “design”. Num momento onde até tirar sobrancelhas ganha esse nome, pensei em chutar o balde, viajar no <em>fondant</em> e falar sobre bolos! Mas atenção: enquanto minhas habilidades gastronômicas existem unicamente na área de degustação, este post não é sobre bolos.</p>
<h3>Para que serve</h3>
<p>A função principal de um bolo é alimentar. Porém, como ninguém aqui vive de pão e água, ele também é um objeto de decoração e celebração de ocasiões especiais, oferecido pelo anfitrião a seus convidados.</p>
<h3>Como ou onde preparar</h3>
<p><img class="alignright size-full wp-image-433" title="Bolo!" src="http://larissaherbst.com/wp-content/uploads/2011/06/03-pastel.jpg" alt="" width="300" height="155" />Os fãs de Chaves sabem que fazer um bolo pode ser bem mais difícil do que aparenta, mas indo a qualquer mercado próximo a sua casa, você consegue um pacotinho mágico com instruções para fazer seu próprio bolo. O Google também está cheio de receitas em texto, fotos e vídeos para guiar na tarefa faça-você-mesmo. Não há garantia que ele fique gostoso ou apetitoso, mas no fim das contas não deixa de ser um bolo.</p>
<p>Também não é difícil encontrar bolos prontos. Nos mercados, hipermercados, na tia da esquina que gosta de cozinhar, nas mãos da mamãe ou da vovó, e até nas confeitarias mais finas da cidade. Eles estão por toda parte!</p>
<p>Pra contrariar a popularidade e facilidade da tarefa, vou citar o primeiro reality show do post: Top Chef. Em mais de uma temporada vi os chefs reclamando das tarefas de bolos e doces, dizendo que nunca fizeram um na vida! Não basta ser chef, tem que ter especialidade para encarar a responsabilidade de fazer o item centro-das-atenções do cardápio. Então como contratar um(a) boleiro(a)? Ver se ele(a) tem diploma, conferir o portfolio, seguir a indicação de um amigo, copiar o do vizinho, abrir uma concorrência ou simplesmente visitar os lugares e degustar um pedaço de amostra-grátis?</p>
<h3>Quanto custa</h3>
<p><img class="alignright size-full wp-image-436" title="Bolo no site do Pão de Açúcar" src="http://larissaherbst.com/wp-content/uploads/2011/06/03-paodeacucar.jpg" alt="" width="300" height="224" />Um pacotinho de bolo pré-pronto pode custar pouco mais de R$1. Entre um bolo de padaria para o cafézinho da tarde e um de aniversário que uma tia da esquina faz, de R$4 a R$60. Nas confeitarias mais finas você pode acabar pagando uns R$400 ou mais! E no Ace of Cakes você entra numa lista de espera e espera por um valor maior ainda. Bolos de todos os preços… Então qual seria o motivo que leva alguém a pagar R$400 e não R$4?</p>
<p>O valor (e forma) do bolo também depende dos convidados! É para a família comer em volta da mesa, para crianças enlouquecidas, para gordinhos exigentes, chefs renomados, empresários pomposos ou socialites de regime?</p>
<p>O bolo é um item necessário para certas ocasiões, como aniversários e casamentos: se todos servem, você precisa servir também, como convenção social. Você pode pagar mais para ter seu sabor favorito, que só um confeiteiro sabe fazer. Pode também buscar status para surpreender os convidados e dizer que fulano-de-tal fez o seu precioso bolo. Encomendar o maior bolo para todos saírem de barriga cheia, ou o mais bonito para saírem comentando a respeito.</p>
<h3>A forma</h3>
<p><a href="http://www.flickr.com/photos/the-icing-on-the-cake/3108052738/" target="_blank"><img class="alignright size-full wp-image-439" title="Bolo" src="http://larissaherbst.com/wp-content/uploads/2011/06/03-bolo.jpg" alt="" width="300" height="377" /></a>Normalmente os bolos são quadrados, redondos e, às vezes, montados em andares. Dependendo do gosto do freguês, a decoração pode ir desde uma foto estampada na superfície (chique meu-amor, como diria a <a title="@srajovemnerd_NC" href="http://twitter.com/srajovemnerd_NC" target="_blank">Sra. Jovem Nerd</a>), ou com detalhes em glacê em sua borda.</p>
<p>Quem aí já assistiu o programa Ace of Cakes, no Fox Life? Lá o diferencial é a forma, pois fojem do convencional fazendo bolos de carros, castelos, aviões, caça-níqueis, caixa de charutos, bichos e até orelhas humanas. A reação costuma ser um &#8220;eu quero um igual, eu quero um também!&#8221;, mas os episódios deveriam exibir mensagens de &#8220;atenção: não tente isso em casa&#8221; pois muita comida será desperdiçada e você pode virar piada entre os amiguinhos.</p>
<p>O lado positivo é que o bolo ganha ainda mais pontos como parte decorativa da ocasião, e pode inclusive contar uma história por trás de tanto <em>fondant</em> — aquela pasta colorida usada para cobrir a massa. Mas nem tudo são flores… Vendo de longe é uma coisa, mas olhando de perto, nem sempre os detalhes são caprichados e aí começam a aparecer as gambiarras!</p>
<h3>Os sabores</h3>
<p>Um bolo de nozes. Ou chocolate. Talves nozes com chocolate branco e cerejas. Um bolo orgânico. Cenoura? É, literalmente, a gosto do freguês.</p>
<p>Entretanto, como comentei acima, o Ace of Cakes é um exemplo de que nem sempre o sabor importa. Esquecendo aquela função básica de alimentar, o programa raramente mostra alguém comendo os bolos e, quando isso acontece, é uma massa padrão com um recheio branco dentro. Algumas de suas obras nem bolo tem! Eles têm a opção de aplicar o tal fondant em cima de espuma. Um bolo que é bonito, mas não é nem comestível, deixa a pergunta: o que vale mais, forma ou conteúdo?</p>
<h3>Os prazos</h3>
<p>Se o confeiteiro é famoso, você não vai conseguir um bolo para o dia seguinte, nem que seja só um bolinho simples. Não adianta apontar uma arma e exigir que o bolo fique pronto, pois o máximo que você terá é um resultado mal feito e convidados com dor de barriga.</p>
<p>No caso de sabores específicos, é sempre bom provar antes de servir. No caso de formas ousadas, é preciso um certo planejamento para que tudo não venha abaixo antes da degustação. Ainda assim, imagino o número de pedidos &#8220;pra ontem&#8221; que os confeiteiros recebem e tentam cumprir, mesmo sabendo que… vai dar m*r*a.</p>
<h3>Na cozinha</h3>
<p><img class="alignright size-full wp-image-441" title="Chef Ramsay" src="http://larissaherbst.com/wp-content/uploads/2011/06/03-chefRamsay.jpg" alt="" width="300" height="268" />Como diz um amigo meu, cozinha de restaurante é igual passado de ex-namorada: se você quiser continuar frequentando, melhor não conhecer.</p>
<p>Quando você assiste a um programa desses, baseado na realidade de uma confeitaria, vê que os caras fazem tudo sem luvas, lambem o dedo, deixam a franja balançando em cima da massa, coçam a orelha e falam loucamente enquanto decoram a encomenda. Imaginem o Sheldon com aqueles tiques nervosos calculando quantos germes estão presentes na comida, hehe!</p>
<p>A massa ninguém sabe de onde veio, pois nunca vi uma cozinha aparecer em episódio algum. É tudo já pronto para ser decorado e sabe-se lá quem misturou os ingredientes. São as confeitarias terceirizando a produção. No transporte, o bolo vai solto na traseira de uma van sem refrigeração, mas o cliente não precisa ficar sabendo dessa parte.</p>
<p>E por falar em “não ficar sabendo”, lembram quando a Dona Florinda pediu para o Chaves comprar um bolo pronto, colocar no forno e mentir que foi ela quem fez? Isso acontece mais do que você imagina, mas melhor nem citar alguns nomes de confeiteiros que levam a fama do trabalho dos outros, né? :P</p>
<h3>Como comer</h3>
<p>A usabilidade do bolo! Sim, pois não adianta você ter uma ideia genial, fazer o bolo mais ousado da vizinhança e, na hora de cortar o primeiro pedaço ver tudo desabando. Já vi os caras do Ace of Cakes fazerem uma moto de bolo e estou até agora pensando em como os convidados foram servidos. No meio da “arte”, tinha madeira, prego, cola, e assisti até outros casos com canudinho de plástico, espuma, papelão, arame, cano PVC, etc.</p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-431" title="Ace of Cakes" src="http://larissaherbst.com/wp-content/uploads/2011/06/03-army.jpg" alt="" width="638" height="410" /></p>
<p>Quantos convidados vocês chamaram? A maioria dos bolos não-convencionais são bem pequenos e têm mais pasta de decoração que massa. Para não deixar ninguém com fome, o costume é mostrar o bolo bonito e, depois, servir quadradinhos genéricos para os presentes na ocasião.</p>
<p>Outro detalhe importante é saber onde seu bolo ficará. Comida embaixo de sol só vai contribuir para a dor de barriga alheia, enquanto embaixo do ar condicionado pode fazer uma camada de chocolate explodir… Ou não. E com o que vão comer: com garfo, guardanapo, na mão, em pratinhos de papel ou em aparelhos de porcelana na festa dos Pires Cavalcanti?</p>
<p style="text-align: center;">• • •</p>
<p>O &#8220;problema&#8221; não é o Ace of Cakes. Pelo contrário, pois adoro assistir a esse reality e outros do tipo, como o Cake Boss, e acho ótimo sair do convencional. A questão, na verdade, é a pergunta: que tipo de bolo você precisa? Ou ainda, que tipo de bolo você faz? Encontre seu confeiteiro ideal e seja feliz. Lá vem a frase do homem de novo:</p>
<blockquote><p>Design is not just what it looks like and feels like.<br />
Design is how it works.</p></blockquote>
<p>Não sei se alguém, além de mim, vai entender esse post. Mas consegui citar a palavra “bolo” 38 vezes sem realmente falar sobre bolos; E fazer cinco referências a Chaves sem realmente falar sobre Chaves. E o mais importante: citar a palavra “design” quatro vezes (contando com essa) para realmente falar de design. Ok, agora cinco vezes. ;-)</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://larissaherbst.com/2011/06/07/meu-sobrinho-tambem-faz-bolo/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>2</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Chegou! A coleção completa com seis temporadas de LOST em Blu-ray</title>
		<link>http://larissaherbst.com/2010/09/20/chegou-a-colecao-completa-com-seis-temporadas-de-lost-em-blu-ray/</link>
		<comments>http://larissaherbst.com/2010/09/20/chegou-a-colecao-completa-com-seis-temporadas-de-lost-em-blu-ray/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 20 Sep 2010 21:37:43 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Larissa Herbst</dc:creator>
				<category><![CDATA[séries]]></category>
		<category><![CDATA[televisão]]></category>
		<category><![CDATA[blu-ray]]></category>
		<category><![CDATA[coleção]]></category>
		<category><![CDATA[fotos]]></category>
		<category><![CDATA[Lost]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://larissaherbst.com/?p=238</guid>
		<description><![CDATA[Há algum tempo venho acompanhando os posts do Blog do Jotacê sobre DVDs, Blu-ray discs e afins. E vinha resistindo fortemente pra não cair na tentação de comprar todas as minhas séries favoritas e encher prateleiras e mais prateleiras aqui de casa! No dia que eu ganhar milhões, podem ter certeza que este item estará [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="aligncenter size-full wp-image-239" title="Lost: The Complete Collection [Blu-ray]" src="http://larissaherbst.com/wp-content/uploads/2010/09/009-lost-1.jpg" alt="" width="638" height="427" /></p>
<p>Há algum tempo venho acompanhando os posts do <a title="Blog do Jotacê" href="http://bjc.uol.com.br/" target="_blank">Blog do Jotacê</a> sobre DVDs, Blu-ray discs e afins. E vinha resistindo fortemente pra não cair na tentação de comprar todas as minhas séries favoritas e encher prateleiras e mais prateleiras aqui de casa! No dia que eu ganhar milhões, podem ter certeza que este item estará no meu Top 5 de metas a serem cumpridas, haha!</p>
<p>Minha &#8220;coleção&#8221; de DVDs nem chega a ser uma coleção, pois só tem alguns filmes da Pixar, as duas primeiras temporadas de Grey&#8217;s Anatomy e mais duas ou três temporadas soltas de outras séries. Prateleira vazia, coitada. Mas, como não é segredo, LOST é <strong><em>a</em></strong> minha série preferida e merece. Só não comprei as temporadas anteriores porque sabia que no final da <em>season six</em> viria um box especial para os fãs, ainda melhor que o da 5ª temporada com seu kit Dharma sensacional.</p>
<p>Depois de toda essa espera, finalmente chegou (hoje) a minha coleção com as 6 temporadas de LOST em Blu-ray!</p>
<p><span id="more-238"></span></p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-240" title="Lost: The Complete Collection [Blu-ray]" src="http://larissaherbst.com/wp-content/uploads/2010/09/009-lost-2.jpg" alt="" width="638" height="427" /></p>
<p>&#8220;Lost: The Complete Collection&#8221; vem no templo da ilha com 36 discos, todos os episódios e mais algumas horas de material extra e inédito. E em Blu-ray, porque se é pra assistir (pela terceira vez) desde o início, que seja pra ver cada ruga da cara de John Locke, hehe!</p>
<p>O box tem acabamento lindo e detalhado. A caixa azul já impressiona de cara e, dentro dela, está o tal templo lostiano.</p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-241" title="Lost: The Complete Collection [Blu-ray]" src="http://larissaherbst.com/wp-content/uploads/2010/09/009-lost-3.jpg" alt="" width="638" height="427" /></p>
<p>Abrindo o templo, tem um guia de episódios ilustrado — este da imagem acima — e, na própria tampa, o mapa da ilha todo texturizado e com uma surpresa: um disco escondido! Seria bem mais legal se eu não soubesse seu paradeiro, mas já tinha visto um vídeo de review mostrando a descoberta.</p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-242" title="Lost: The Complete Collection [Blu-ray]" src="http://larissaherbst.com/wp-content/uploads/2010/09/009-lost-4.jpg" alt="" width="638" height="427" /></p>
<p>Além dos discos, há vários presentinhos de referência a série, principalmente com a sexta (e última) temporada. Uma carta antiga, o símbolo da eternidade (Ankh, com uma mensagem escondida), o jogo de pedrinhas no tabuleiro, e uma lanterna de luz negra para procurar por pistas dentro da caixa.</p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-243" title="Lost: The Complete Collection [Blu-ray]" src="http://larissaherbst.com/wp-content/uploads/2010/09/009-lost-5.jpg" alt="" width="638" height="427" /></p>
<p>Só senti falta de mais referências ao início da série. Algo da Dharma ou da Oceanic caberiam bem aqui, já que é uma coleção <strong><em>completa</em></strong> de todas as temporadas. Faz sentido apenas pelo box da 5ª temporada, que foi dedicado exclusivamente aos vídeos de orientação da ilha, então… Alguém aí afim de me dar ele de presente pra completar minha coleção? Não custa tentar, né? :-P</p>
<p>Pra não dizer que não tem nada das outras temporadas, tem sim, e no próprio templo. Os logos das estações Dharma e os hieróglifos egípcios (do relógio dos 108 minutos) estão aplicados nas laterais do box e, na caixa azul, há a silhueta de um avião com os nomes de quem já passou pela ilha… Posso dizer que isso ficou <strong><em>muito</em></strong> bem feito!</p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-245" title="Lost: The Complete Collection [Blu-ray]" src="http://larissaherbst.com/wp-content/uploads/2010/09/009-lost-7.jpg" alt="" width="638" height="427" /></p>
<p>Começa agora uma longa jornada para assistir tudo de novo, com direito a extras, comentários, e caderninho de anotações do lado pra gerar, quem sabe, mais um post sobre o assunto. Enquanto isso, vou fugindo da tentação de cometer mais loucuras como essa, porque os boxes de Battlestar Galactica e Six Feet Under ainda vão ficar mais um bom tempo só nos sonhos.</p>
<p>Coloquei <a title="flickr.com/larissaherbst" href="http://www.flickr.com/photos/larissaherbst/5009835202/" target="_blank">mais fotos lá no Flickr</a>!</p>
<p>Quem quer assistir? Não empresto, mas posso combinar uma festinha lostiana. :D</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://larissaherbst.com/2010/09/20/chegou-a-colecao-completa-com-seis-temporadas-de-lost-em-blu-ray/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>12</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Fazendo arte na televisão: Six Feet Under e Modern Family</title>
		<link>http://larissaherbst.com/2010/08/12/fazendo-arte-na-televisao-six-feet-under-e-modern-family/</link>
		<comments>http://larissaherbst.com/2010/08/12/fazendo-arte-na-televisao-six-feet-under-e-modern-family/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 12 Aug 2010 17:52:41 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Larissa Herbst</dc:creator>
				<category><![CDATA[séries]]></category>
		<category><![CDATA[televisão]]></category>
		<category><![CDATA[cinema]]></category>
		<category><![CDATA[filmes]]></category>
		<category><![CDATA[Modern Family]]></category>
		<category><![CDATA[Six Feet Under]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://larissaherbst.com/?p=201</guid>
		<description><![CDATA[Particularmente, prefiro séries a filmes. Talvez porque as séries dispõem de mais tempo para desenvolver a trama e aprofundar os personagens, mas, além disso, há outro aspecto que tenho notado. É claro que não posso generalizar, pois continuo assistindo tanto a filmes excelentes como a séries péssimas, mas, no geral, percebo que o cinema tem [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="aligncenter size-full wp-image-204" title="Six Feet Under" src="http://larissaherbst.com/wp-content/uploads/2010/08/008-SixFeetUnder1.jpg" alt="" width="638" height="359" /></p>
<p>Particularmente, prefiro séries a filmes. Talvez porque as séries dispõem de mais tempo para desenvolver a trama e aprofundar os personagens, mas, além disso, há outro aspecto que tenho notado.</p>
<p>É claro que não posso generalizar, pois continuo assistindo tanto a filmes excelentes como a séries péssimas, mas, no geral, percebo que o cinema tem ficado cada vez mais óbvio — provavelmente pela intenção de atingir um público maior —, enquanto as séries ficam mais complexas. Alguém mais nota isso?</p>
<p>Um bom exemplo é o filme “O Padastro” (<em>The Stepfather</em>), que assisti recentemente nas duas versões: a de 1987 (com Terry O’Quinn!) e a de 2009. Vendo a primeira sequência de ambos, fica bem evidente como o original é mais sutil e tenso, cheio de ideias subentendidas, enquanto a refilmagem é explícita e agressiva.</p>
<p><span id="more-201"></span></p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-214" title="The Stepfather" src="http://larissaherbst.com/wp-content/uploads/2010/08/008-stepfather.jpg" alt="" width="638" height="483" /></p>
<p>Pode parecer piada, mas essa comparação de imagens é real.</p>
<p>Por que antes os filmes não precisavam ser tão explícitos e explicadinhos? O público ficou mais burro? Os diretores ficaram preguiçosos? Sempre achei que o maior acesso a informação e ao cinema fossem aprimorar as obras.</p>
<p>A partir desse pensamento, vou falar de dois exemplos que valem pelo lado da “complexidade” que tem crescido nas séries de televisão. Afinal, a TV sempre é vista como o meio <em>for dummies</em> de transmissão, certo? Nem sempre.</p>
<h3>Six Feet Under</h3>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-205" title="Six Feet Under" src="http://larissaherbst.com/wp-content/uploads/2010/08/008-SixFeetUnder2.jpg" alt="" width="638" height="355" /></p>
<p>“A história de uma família que vive em uma casa funerária” não me despertou interesse algum para acompanhar a série, mas depois de muitas indicações resolvi dar uma chance e posso dizer com segurança:</p>
<blockquote><p>O primeiro episódio de Six Feet Under é melhor que qualquer filme de drama que eu já tenha assistido.</p></blockquote>
<p>E foi só o primeiro. Nunca imaginei que um assunto tão fúnebre pudesse render uma história tão completa sobre emoções, psicologia, espiritualidade, arte. E tudo isso mantendo o ritmo por cinco anos, sem deixar os episódios repetitivos. Cinco temporadas de choro, angústia, verdadeiros tapas na cara de quem assiste e, misturado a isso tudo, momentos de risos de um roteiro genial.</p>
<p>É uma série que deixa à flor da pele as emoções, não só dos personagens, como dos espectadores. Pra completar, arrisco a dizer que é o melhor <em>series finalle</em> que me lembro. Preciso falar mais?</p>
<h3>Modern Family</h3>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-203" title="Modern Family" src="http://larissaherbst.com/wp-content/uploads/2010/08/008-ModernFamily.jpg" alt="" width="638" height="426" /></p>
<p>Se Six Feet Under foi a série que mas me fez chorar, Modern Family é a que mas me faz rir na contagem de gargalhadas por minuto. Curioso como ambas tratam do assunto “família” de maneiras tão opostas, porém nada superficiais.</p>
<p>E se comédia é o que não falta na televisão, essa é uma que se destaca de todas! Não me lembro de ter visto um elenco tão incrível como este da família moderna: do sotaque colombiano de Gloria, às expressões sem igual de Phil e até os atores mirins dão um show. Não é à toa que está com o maior número de indicações ao Emmy deste ano.</p>
<p>Geralmente as comédias têm uma ou duas grandes cenas por episódio, e outro diferencial de Modern Family é que cada sequência é importante para encaixar o roteiro do começo ao fim. Apenas uma temporada, mas entre 24 episódios excelentes, não conseguiria dizer quais foram os melhores ou piores, de tanto que essa série me surpreendeu.</p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-211" title="iPad no Modern Family e Activia no The Big Bang Theory" src="http://larissaherbst.com/wp-content/uploads/2010/08/008-BigBang.jpg" alt="" width="638" height="230" /></p>
<p>Vale destacar o 19º, com o título de “Game Changer”. Um episódio <em>inteiro</em> dedicado ao lançamento do iPad, mas que em nenhum momento fica fora de contexto ou deixa o espectador incomodado. Enquanto no cinema você vê o Will Smith esfregando seu tênis All Star e o logo da Audi na lente da câmera, outra lição de <em>product placement</em> <a title="Contraditorium - Como vai o Intestino, Sheldon?" href="http://www.contraditorium.com/2010/05/12/como-vai-o-intestino-sheldon/" target="_blank">aconteceu</a> em The Big Bang Theory com o Activia, onde sequer mostraram o logo do produto! Foi de bater palmas pela sutileza e eficiência.</p>
<p>Ok, comparar com “Eu, Robô” foi sacanagem, mas vocês entenderam o propósito, né? :P</p>
<p style="text-align: center;">• • •</p>
<p>Duas super recomendações para quem ainda não assistiu e se vocês têm alguma outra “obra-prima” para citar, vamos usar esses comentários!</p>
<p>É claro que tem mais. Nem preciso falar o quanto considero Lost uma série única, acompanhada de uma lista enorme de nomes que dariam mais dez ou vinte posts. Fico pensando se Seinfeld, por exemplo, teria tanto sucesso no cinema ou seria um fracasso. Ou mesmo na adaptação de Sex &amp; The City para os dois filmes que, pelo menos para mim, desviou por completo da série.</p>
<p>Continuo curtindo filmes da mesma forma, e não tiro o mérito do cinema, mas sinto falta do &#8220;ir além&#8221; nos títulos recentes, que fica cada vez mais raro de se ver. A arte audiovisual não se limita à sétima.</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://larissaherbst.com/2010/08/12/fazendo-arte-na-televisao-six-feet-under-e-modern-family/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>12</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>O que tem na caixa de JJ Abrams?</title>
		<link>http://larissaherbst.com/2010/03/19/o-que-tem-na-caixa-de-jj-abrams/</link>
		<comments>http://larissaherbst.com/2010/03/19/o-que-tem-na-caixa-de-jj-abrams/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 19 Mar 2010 17:02:16 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Larissa Herbst</dc:creator>
				<category><![CDATA[séries]]></category>
		<category><![CDATA[televisão]]></category>
		<category><![CDATA[Alias]]></category>
		<category><![CDATA[Fringe]]></category>
		<category><![CDATA[JJ Abrams]]></category>
		<category><![CDATA[Lost]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://larissaherbst.com/?p=93</guid>
		<description><![CDATA[Quem me conhece (ou me acompanha pelo Twitter) sabe que Lost e Fringe estão entre minhas séries favoritas há um bom tempo. Recentemente, comecei a assistir Alias — é, a série é de 2001, mas só comecei agora — e essas três têm algo em comum: a “magic box” de JJ Abrams. Já cheguei a [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="aligncenter size-full wp-image-95" title="JJ Abrams" src="http://larissaherbst.com/wp-content/uploads/2010/03/004-1-JJAbrams.jpg" alt="" width="638" height="330" /></p>
<p>Quem me conhece (ou me acompanha pelo Twitter) sabe que Lost e Fringe estão entre minhas séries favoritas há um bom tempo. Recentemente, comecei a assistir Alias — é, a série é de 2001, mas só comecei agora — e essas três têm algo em comum: a “<a title="J.J. Abrams' mystery box (TED)" href="http://www.ted.com/talks/j_j_abrams_mystery_box.html" target="_blank">magic box</a>” de <a title="IMDb" href="http://www.imdb.com/name/nm0009190/" target="_blank">JJ Abrams</a>.</p>
<p>Já cheguei a dizer que Fringe é essencial para entender Lost, já que os assuntos ‘coisas sem explicação’, ‘viagem no tempo’, ‘realidade paralela’ e aquele nó na cabeça depois de cada episódio são a alma de ambas. Não só delas, como também do filme StarTrek — obra recente de JJ como produtor. Alguns podem ver isso como uma “assinatura”, outros como uma zona segura que ele encontrou, mas, de qualquer forma, as marcas vão um pouco além desses assuntos.</p>
<p><span id="more-93"></span></p>
<h3>Don’t tell me what I can’t do</h3>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-96" title="Terry O'Quinn" src="http://larissaherbst.com/wp-content/uploads/2010/03/004-2-Locke.jpg" alt="" width="638" height="178" /></p>
<p>A ideia desse post começou com uma cena. Todos que assistem Lost estão familiarizados com a frase “Don’t tell me what I can’t do” e, assistindo Alias, vejo o próprio Terry O’Quinn falando: “That’s exactly what I can do.” Até aí tudo bem, pois é uma frase comum&#8230; Mas tem mais!</p>
<h3>Greatest Hits vs. Almost Thirty Years</h3>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-97" title="Greatest Hits (Lost) e Almost Thirty Years (Alias)" src="http://larissaherbst.com/wp-content/uploads/2010/03/004-3-Pennys.jpg" alt="" width="638" height="178" /></p>
<p>No episódio “Greatest Hits”, a cena <span class="red">[*spoiler Lost S03E21]</span> em que Charlie avisa Desmond sobre o cargueiro é bem semelhante (e igualmente tensa) à de Sidney <span class="red">[*spoiler Alias S01E22]</span> olhando Michael ser levado pela água. Para completar, Desmond e Sidney tentam salvar seus amigos batendo com um extintor de incêndio contra o vidro, enquanto os aprisionados fazem sinais com as mãos. Só faltou o Michael escrever algo na mão. <span class="red">[/spoiler]</span> <span class="red">[/spoiler]</span></p>
<h3>Memórias da infância</h3>
<p><span class="red">[*spoiler Fringe S01 e Alias S02]</span> Olivia Dunham descobriu que, quando criança, fazia parte de um experimento com a colaboração de Walter Bishop, seu atual colega de trabalho. Da mesma forma, Sydney Bristow recuperou a memória de infância lembrando que, quando criança, fazia parte de um experimento com a colaboração de seu próprio pai e&#8230; atual colega de trabalho. As histórias levam a entender que ambas são agentes (do FBI e CIA, respectivamente) como consequência desse treinamento precoce. <span class="red">[/spoiler]</span></p>
<p>Indo mais longe, <span class="red">[*spoiler Lost S05 e S06]</span> na quinta temporada de Lost ficamos sabendo que Jacob acompanhou os passos de seus candidatos, visitando Sawyer e Kate ainda quando crianças. As diferenças da realidade paralela — possivelmente sem a mesma presença de Jacob — também levam a crer que essas aparições influenciaram nas escolhas dos personagens para chegarem onde chegaram. <span class="red">[/spoiler]</span></p>
<h3>Bikini girls with machine guns</h3>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-98" title="Olivia, Kate e Sidney" src="http://larissaherbst.com/wp-content/uploads/2010/03/004-4-Girls.jpg" alt="" width="638" height="178" /></p>
<p>Olivia está para Fringe, Sydney está para Alias e, mesmo que Lost não tenha apenas um personagem principal, Kate pode cumprir o papel: mulheres lindas, independentes, de forte presença, iniciativa e (muito) confusas. Praticamente super-heroínas que seguem o lema do “pé na porta, tapa na cara.”</p>
<p>Vale lembrar que, logo nos primeiros momentos de Alias <span class="red">[*spoiler Alias S01 e Fringe S01]</span>, o noivo de Sydney é assassinado. O que acontece com o “namorado” da Olivia no primeiro episódio? Morreu. <span class="red">[/spoiler]</span></p>
<p>Felicity — mais uma de JJ — tem sua protagonista feminina de importância, mas não chega a estar na gategoria “machine guns”. É uma série que (ainda?) não assisti, então confirmem pra mim&#8230; Alguém viu a Felicity correndo por aí armada atrás de alguém? :P</p>
<h3>Conheço esse cara de algum lugar</h3>
<p>“Esse cara não é o Parkman?” É a reação mais comum de quem está assistindo à primeira temporada de Lost <span class="red">[*spoiler Lost S01]</span>, quando mostram o piloto do avião. <span class="red">[/spoiler]</span> O nome do sujeito é Greg Grunberg, ele é mais conhecido como Parkman (de Heroes), e é amigo de infância de Abrams. Mais que isso, deve ter salvado a pele do produtor mais de uma vez, porque está por todos os cantos. Na Wikipedia, fizeram uma <a title="Wikipedia" href="http://en.wikipedia.org/wiki/J._J._Abrams#Frequent_casting" target="_blank">tabela</a> para contar as aparições dos atores figurinhas de suas obras e, na ordem, Greg apareceu em Felicity, Alias, Lost, What About Brian, Missão Impossível III e StarTrek.</p>
<p>Jennifer Garner foi de Felicity para Alias. Terry O’Quinn foi de Alias para Lost (e espero que continue como figurinha). Lance Reddick foi de Lost para Fringe. Leonard Nimoy foi de Fringe para StarTrek, de novo.</p>
<p>Além dos atores, alguns nomes também são repetidos, como Charlie, Michael, John, Walter (Walt!), Ben, Boone, Sayid, Aaron e até Jacob.</p>
<h3>Os cientistas&#8230; excêntricos</h3>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-99" title="Marshall, Marvin Candle e Walter Bishop" src="http://larissaherbst.com/wp-content/uploads/2010/03/004-5-Bishop.jpg" alt="" width="638" height="178" /></p>
<p>Marshall Flinkman, de Alias, é um daqueles personagens que rouba a atenção em todas as cenas. Quando ele precisa apresentar um novo gadget para os agentes da SD-6, é garantia de boas risadas com seu jeito geek agressivo.</p>
<p>Lost também conta com um cientista de destaque, pois mesmo com poucas aparições, Dr. Marvin Candle é um dos personagens mais famosos dos mistérios da ilha com seus vídeos de orientação Dharma.</p>
<p>Ainda assim, nenhum dos dois supera Dr. Walter Bishop. Adoro a Olivia e todos os mistérios de Fringe, mas reconheço que o Walter segura a série de uma forma incrível! Quem não ri toda vez que aparece aquela vaca em seu laboratório, ou quando ele pensa em comida durante os momentos nojentos, ou faz os comentários mais inapropriados? Mesmo que o tema de Fringe não faça muito seu estilo, vale a pena assistir só pra ver John Noble em um dos papéis mais geniais da TV americana.</p>
<blockquote><p>The only thing better than a cow is a human. Unless you need milk… Then you really need a cow. — <a title="As 10 melhores frases de Walter Bishop (Série Maníacos)" href="http://www.seriemaniacos.com.br/blog/as-10-melhores-frases-de-walter-bishop/" target="_blank">Walter Bishop</a></p></blockquote>
<h3>Referências bíblicas</h3>
<p>Poucos notam esses detalhes, mas eles vão dos nomes dos personagens aos títulos dos episódios. Em Lost, Christian Shepard é um nome comum, mas também quer dizer “pastor cristão”, enquanto Dr. Bishop é “Doutor Bispo”.</p>
<p>Desde o lado religioso dos personagens Charlie e Mr. Eko <span class="red">[*spoiler Lost S02]</span>, envolvendo a construção de uma capela e o batismo de Aaron; Ou à Bíblia encontrada na estação The Arrow, que continha uma parte do vídeo de orientação Dharma.<span class="red">[/spoiler]</span></p>
<p>No episódio “316” <span class="red">[*spoiler Lost S05E06]</span>, Ben fala sobre uma obra de Caravaggio — <a title="Wikipedia" href="http://en.wikipedia.org/wiki/Thomas_(Apostle)" target="_blank">The Incredulity of Saint Thomas</a> — e conta a história de São Tomé, o Incrédulo. O curioso é que o número 316 não diz respeito apenas ao avião da Ajira, como à passagem bíblica “3:16 John”. <span class="red">[/spoiler]</span> Fora toda a referência à história de Esaú e Jacó.</p>
<h3>Para concluir</h3>
<p>Ainda poderia falar sobre outras repetições, como os problemas entre pais e filhos — levado até para o StarTrek —, entre mães e filhas, e até a fixação por acidentes de avião.</p>
<p>Cenas como a de ‘Greatest Hits’ podem ser vistas como cópias, modelos prontos ou simples homenagens a outras histórias. Pessoalmente, adoro as produções do JJ Abrams, principalmente pelos mistérios e easter eggs que tornam as séries muito mais atrativas. Aliás, já teve até passagem da Oceanic Air aparecendo em Fringe&#8230; Queria ver mais ligações entre elas!</p>
<p style="text-align: center;">• • •</p>
<p>Como sempre, peço que vocês comentem e acrescentem ao post. Gostam do JJ? Notaram mais alguma semelhança ou referência do tipo? Quero saber! :)</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://larissaherbst.com/2010/03/19/o-que-tem-na-caixa-de-jj-abrams/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>20</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Aberturas de séries que fazem diferença</title>
		<link>http://larissaherbst.com/2010/02/22/aberturas-de-series-que-fazem-diferenca/</link>
		<comments>http://larissaherbst.com/2010/02/22/aberturas-de-series-que-fazem-diferenca/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 22 Feb 2010 14:05:41 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Larissa Herbst</dc:creator>
				<category><![CDATA[Fotografia]]></category>
		<category><![CDATA[séries]]></category>
		<category><![CDATA[televisão]]></category>
		<category><![CDATA[Battlestar Galactica]]></category>
		<category><![CDATA[Dexter]]></category>
		<category><![CDATA[videos]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://larissaherbst.com/?p=72</guid>
		<description><![CDATA[Está na hora de falar sobre séries por aqui, mas este post não é um review de episódio, nem uma lista das minhas favoritas. Mesmo que duas delas estejam garantidas no meu &#8220;Top 10&#8243;, o assunto é outro! Raramente as aberturas (intros, openings ou credits) fazem parte dos comentários e discussões sobre seriados, mas elas podem [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="aligncenter size-full wp-image-73" title="Dexter" src="http://larissaherbst.com/wp-content/uploads/2010/02/003-Dexter.png" alt="" width="638" height="352" /></p>
<p>Está na hora de falar sobre séries por aqui, mas este post não é um review de episódio, nem uma lista das minhas favoritas. Mesmo que duas delas estejam garantidas no meu &#8220;Top 10&#8243;, o assunto é outro!</p>
<p>Raramente as aberturas (<em>intros</em>, <em>openings</em> ou <em>credits</em>) fazem parte dos comentários e discussões sobre seriados, mas elas podem contribuir muito e complementar — de maneira positiva ou negativa — a proposta do roteiro. Vou citar três apresentações que vão além dos créditos.</p>
<p><span id="more-72"></span></p>
<h3>Dexter</h3>
<p><object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="640" height="385" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="wmode" value="opaque" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/mQGCen355Ns&amp;hl=en_US&amp;fs=1&amp;rel=0&amp;hd=1" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="640" height="385" src="http://www.youtube.com/v/mQGCen355Ns&amp;hl=en_US&amp;fs=1&amp;rel=0&amp;hd=1" wmode="opaque" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"></embed></object></p>
<p>A intro de Dexter é, com certeza, minha favorita! Além da excelente fotografia, ela consegue traduzir todo o conceito da série nessas imagens, já com o fator suspense. Cada sequência foi muito bem colocada para mostrar a vida dupla do personagem, as ações violentas camufladas nas ações do cotidiano e, como não poderia faltar: o sangue. Ela fica ainda mais genial quando é alterada (de forma bem humorada) para a quarta temporada. Não vou contar spoilers, mas quem quiser conferir pode <a title="Dexter Alternate Intro" href="http://www.youtube.com/watch?v=wiyGWHFCrbI" target="_blank">assistir aqui</a>.</p>
<h3>Battlestar Galactica</h3>
<p><object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="640" height="505" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/E-jC2x09AcM&amp;hl=en_US&amp;fs=1&amp;rel=0" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><param name="wmode" value="opaque" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="640" height="505" src="http://www.youtube.com/v/E-jC2x09AcM&amp;hl=en_US&amp;fs=1&amp;rel=0" wmode="opaque" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"></embed></object><br />
Para os que nunca assistiram, a introdução de Battlestar é dividida em duas partes. A primeira — do vídeo acima — vem antes do episódio, resumindo muito bem o assunto da série com pequenas alterações no decorrer das temporadas.</p>
<blockquote><p>The cylons were created by man. They evolved. They rebelled. There are many copies. And they have a plan.</p></blockquote>
<p>Confesso que quando comecei a assistir BSG não aprovei a segunda parte, que vem alguns minutos depois. Diferente das outras aberturas citadas, precisei assistir a alguns episódios e me envolver com a história para gostar. Esse segunda introdução traz não só o apelo humano — com a contagem de sobreviventes e o objetivo de encontrar um &#8220;lar&#8221; —, como a ação acelerada pelo contraste da música.</p>
<p><object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="640" height="505" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/l4UPJv08c1k&amp;hl=en_US&amp;fs=1&amp;rel=0" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><param name="wmode" value="opaque" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="640" height="505" src="http://www.youtube.com/v/l4UPJv08c1k&amp;hl=en_US&amp;fs=1&amp;rel=0" wmode="opaque" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"></embed></object></p>
<p>Também são mostrados alguns trechos muito rápidos do episódio. Spoilers? No início eu via assim, mas as cenas são bem colocadas para aquecer os espectadores sem estragar. Talvez por ser uma abordagem bem diferente do que estamos acostumados, não me agradou de cara, mas conseguiu me conquistar e entrar na lista.</p>
<h3>True Blood</h3>
<p><object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="640" height="385" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/EjooosDIFgQ&amp;hl=en_US&amp;fs=1&amp;rel=0&amp;hd=1" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><param name="wmode" value="opaque" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="640" height="385" src="http://www.youtube.com/v/EjooosDIFgQ&amp;hl=en_US&amp;fs=1&amp;rel=0&amp;hd=1" wmode="opaque" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"></embed></object></p>
<p>Assisto True Blood, mas não está entre as minhas preferidas. Quando comecei a assistir, os primeiros episódios me passaram uma mistura de Buffy com Malhação que me faria desistir facilmente da série. Não que Buffy seja ruim, porque é melhor que muito vampiro que brilha ou escreve diários por aí, hehe! Ainda assim, o que me fez continuar assistindo? O fato de que aquela abertura era boa demais para ser resumida naqueles primeiros episódios. E quando eu digo &#8220;boa&#8221;, pode incluir o conceito, as imagens, a edição, a composição, o ritmo e, principalmente, a música. Valeu a pena continuar? Sim, pois a série melhorou bastante. Mas, mesmo se não tivesse melhorado, esse vídeo aí em cima justifica dizer que sou fã de True Blood!</p>
<p style="text-align: center;">• • •</p>
<p>É claro que eu poderia citar outras, como as muitas variações de The Simpsons, mas, na minha opinião, essas foram as três que realmente mostraram diferença.</p>
<p>Lembram de mais alguma? Podem comentar! :)</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://larissaherbst.com/2010/02/22/aberturas-de-series-que-fazem-diferenca/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>25</slash:comments>
		</item>
	</channel>
</rss>

